Banpará fortalece cultura paraense com patrocínio ao Sairé 2026
Festival realizado de 17 a 21 de setembro, em Alter do Chão, em Santarém, reúne tradição, religiosidade e manifestações da cultura popular amazônica





TRADIÇÃO
O Banco do Estado do Pará (Banpará) vai patrocinar as programações do Sairé 2026, realizado de 17 a 21 de setembro, na vila de Alter do Chão, em Santarém, no oeste paraense. Com isso, fortalece seu compromisso com a valorização da cultura paraense e dá apoio a uma das manifestações culturais e religiosas mais antigas da Amazônia.
O Sairé todos os anos reúne milhares de visitantes em Alter do Chão, movimentando a economia local e contribuindo para a preservação e a valorização das tradições populares de Santarém.
Território e ancestralidade
Neste ano, o Sairé terá como tema “Rêdawa Ancestral – Território, Memória e Continuidade”, destacando a relação do povo Borari com o território, a ancestralidade e a transmissão de saberes entre gerações.
A programação contempla o Rito Tradicional do Sairé e também outras diferentes manifestações culturais, como as apresentações dos botos Cor de Rosa e Tucuxi, que integram um dos espetáculos mais representativos da cultura popular amazônica.
Identidade e cultura
Ao apoiar o Sairé, o Banpará contribui para a valorização de uma manifestação cultural construída e preservada pela comunidade de Alter do Chão. O festival mantém saberes, ritos, símbolos, músicas, danças e histórias, transmitidos por gerações, que integram a identidade amazônica e paraense.
O patrocínio também está alinhado à missão institucional do Banpará, de atuar como indutor do desenvolvimento socioeconômico e cultural nas diferentes regiões do Estado do Pará.
A participação no Sairé reforça ainda o apoio do Banpará às iniciativas que valorizam a cultura produzida no Estado, e projetam o Pará a partir de suas tradições. Em Alter do Chão, às margens do rio Tapajós, o festival promove o encontro entre tradição e contemporaneidade, e contribui para que essas manifestações e conhecimentos sigam sendo repassados às novas gerações e se mantenham preservados pelos paraenses.
